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Participe em janeiro do meu novo curso: Produtos digitais: do marketing ao desenvolvimento

Você sabia que entre dez ideias de produtos em média apenas uma chega ao ponto de trazer retorno financeiro? O que separa essa ideia das demais não é a tecnologia usada, o produto em si ou mesmo a quantidade de dinheiro disponível, a diferença está na disposição que os empreendedores tem de ler rapidamente o mercado e de fazerem adaptações ao produto.

Normalmente ou você estuda marketing ou você estuda metodologias de desenvolvimento de software como se uma coisa funcionasse independente da outra. Neste curso estudaremos os dois juntos e integrados com muitos exemplos práticos para que você saiba como se posicionar seja para criar seu próprio produto seja para atuar em empresas de qualquer tamanho.

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Ouça a minha palestra na Jornada de Informática da UNESP Bauru e acompanhe os slides

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Diferente da palestra do BABRAZIL 2011 que tinha como público alvo analistas de negócios a palestra da última sexta-feira (19/10) teve como público alvo estudantes de sistemas de informação e ciências da computação.

O objetivo da palestra foi armar esses futuros profissionais com conhecimentos sobre negócios suficientes para que possam ter uma atuação mais abrangente no desenvolvimento de produtos ou passar a executar atividades de análise de negócios em iniciativas.

A palestra é longa e o áudio não está dos melhores, contudo quem participou disse que valeu muito a pena. Convido você a assistir:

Gerenciamento de riscos: o poder é de vocês

Minha amiga chega ao trabalho e após alguns minutos se dá conta de um fato aterrador: não consegue lembrar se tirou ou não a sanduicheira da tomada. 

Você conhece a sensação, talvez o mais desagradável seja o fato de simplesmente não conseguirmos lembrar. A memória é assim: prega peças para dar sabor à vida, transforma em probabilidades o que poderia ser certeza.

Bem, os riscos fazem parte da nossa vida. Para que um risco exista basta determinarmos qualquer resultado esperado em qualquer ramo da atividade humana.

Acordo pela manhã, abro os olhos e penso: “vou trabalhar”. Pronto! Com essa frase nasceu o risco de eu não trabalhar hoje ou talvez nunca mais.

Riscos existem, podemos lidar com eles, ignorá-los (não saber da sua existência) ou simplesmente aceitá-los e as suas consequências. Ignoramos riscos que não conhecemos e aceitamos riscos que achamos pouco prováveis, como faço com o risco da minha casa ser atingida por um asteróide.

Como vamos lidar com um risco depende de uma equação simples na qual pesamos o quão ruim as coisas serão se esse risco se concretizar, qual a probabilidade desse risco acontecer de fato e por fim, qual o custo que vamos ter em lidar com ele.

Custo da ação < (Bomba / Probabilidade)

Em PT-br: o custo da ação não deve superar o custo da bomba explodir em relação à probabilidade dela explodir.

Os seres humanos que habitam o planeta hoje são descendentes dos seres humanos que souberam aplicar essa equação da melhor forma dado cada momento.

Vou usar a história da minha amiga para descrever o que podemos fazer em relação a um risco, no caso dela o risco da sanduicheira esquentar demais e causar um incêndio. Continuar lendo Gerenciamento de riscos: o poder é de vocês

Refletindo sobre a frase de happy hour

No meio de uma conversa no Happy Hour Ágil na qual discutia os problemas intríncecos do conceito de “projeto” e como ele é incompatível com desenvolvimento de software, pregando a sua substituição pelo conceito de “produto” soltei essa:

“Projeto tem começo, meio e… foda-se”

Alguém já deve ter dito isso em algum momento (não encontrei no Google, se não está lá, será que existe?), mas foi muito espontâneo. Eu gosto das frases espontâneas, elas parecem vir direto do subconsciente que é bem mais esperto.

É uma frase forte*, mas passa a ideia do sentimento que temos ao entregar (quando conseguimos) o que o projeto se propôs. Como um projeto é uma iniciativa temporária de um determinado grupo de pessoas para atingir um resultado único, não há um cuidado com o que vem depois, mesmo quando há sucesso e ficar encadeando projetos é insano.

O aprendizado entre projetos é muito difícil, dado que equipes mudam e quem trabalhava no anterior quer se livrar do fardo e quem está começando o novo não tem vivência com o assunto para dar valor ou mesmo para compreender os ensinamentos. Toda uma cultura e linguagem se perde.

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Slides da palestra “Vantagens e meios de convencer o negócio a substituir o mindset ‘projeto’ pelo mindset ‘produto'” apresentada no TDC2011 tilha ALM

Eu realmente gostaria de ter escrito um pequeno texto sobre cada slide da palestra para ela fazer mais sentido para quem não estava presente, mas demorei tanto para conseguir isso que preferi liberar logo o minimum viable product no site, afinal, o momento no qual as features são liberadas faz toda diferença para o negócio. Continuar lendo Slides da palestra “Vantagens e meios de convencer o negócio a substituir o mindset ‘projeto’ pelo mindset ‘produto’” apresentada no TDC2011 tilha ALM